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Voltamos à venda porta a porta?

Muitas coisas aconteceram nos últimos meses e as vendas físicas tiveram que se adaptar.

Isso porque todos nós estávamos acostumados com o modelo tradicional de comércio, que por sua vez, se baseia principalmente no fluxo de cliente, ao famoso “ponto”. Há sempre uma grande disputa entre os comerciantes na procura dos melhores locais para instalação do seu estabelecimento, se a loja for de esquina, próximo a faróis ou no centro cidade maior a especulação e consequentemente  o preço.

A logica é a seguinte: quanto maior o número de pessoas transitando maior a chance dos clientes entrarem na loja, é uma espécie de venda passiva. Mas, esse modelo tradicional do varejo foi posto em cheque quando as pessoas não puderam mais sair de casa e as lojas foram impedidas de abrir. Já parou para pensar nisso?

O e-commerce, o delivery, as vendas por whatsapp não eram mais uma novidade tão grande assim, se você está lendo essa matéria, com certeza já fez uma comprinha ou outra pela internet. O desafio maior não foi para quem estava na frente da tela, era do empresário que estava e ainda está por traz, que teve e ainda tem o desafio de buscar os seus clientes onde é que eles estejam e criar o desejo da compra. 

E onde a gente está? Em muitos lugares, nos últimos tempos estamos, principalmente, em casa e nos canais digitais como whatsapp, telegram, e-mail, google, sites de compras e nas redes sociais. Não dá mais para ficar esperando o cliente aparecer, é necessário criar vendas ativas, iguais essas antigas de porta a porta, por isso o título da coluna. Mas é claro, tudo isso de forma humanizada, oferecendo o produto certo para a pessoa certa e utilizando o recurso da nossa querida tecnologia. 

Para entender essa nova lógica do varejo você precisa de atitude, personalização e muita estratégia. A boa notícia é que o Moms está com você com conteúdos exclusivos e também com consultorias diferenciadas que te auxiliam na transformação digital do seu negócio.

Juliana Cristina Lignelli

Jornalista e Mestre em Comunicação. Atuou como Agente de Inovação no Sebrae e colaborou com dezenas de empresas na criação de produtos e serviços. Ganhadora de três prêmio consecutivos na exposição de pesquisas e produção experimental, além de ser profissional certificada em e-commerce, especialista em transformação digital.

Publicado em: 10/09/2020



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